domingo, 11 de janeiro de 2015

o 2015 chegou a exatos 11 dias, o fim de ano foi como os finais de ano são, cheio de comida gostosa, gargalhadas de reencontros e outras instigadas pelo álcool, gente bonita, gente feia, momentos gostosos e outros nem tanto, pias cheias de louça que motivam conversas com pessoas diferentes e lembram que tudo tem seu lado bom. Os quilos ganhos nem foram tantos, foi normal, porque tudo foi. Se eu gosto, não. Tenho sono. Penso que fim de ano serve para tirar uns minutinhos e analisar (sistemática que sou, foram mais que alguns minutinhos), ver se foi tudo bem, se dá pra repetir, no que é preciso melhorar e se dá pra perdoar e principalmente se perdoar. Eu me perdoo. Desejo ter uma preguiça menor enrolada em meu pescoço pra que eu possa usar mais de mim, e desejo ser menos irritada, a irritação e o stress (definitivamente o mal do século) foram bastante presentes em minha vida em 2014, não queria mais tudo isso, quero muito melhorar. No mais eu agradeço, demais, imensamente e isso coloca um sorriso imenso no meu rosto e dá significado ao meu final de ano, fazendo com que tenha sido sim um bom final de ano. Não quero que achem que sou chata demais, nem que as pessoas que estiveram ao meu redor não significam tudo o que significam pra mim, elas são meu tudo, com toda certeza e sem toda a sombra de dúvida, mas eu as amo todos os dias e procuro dizer isso pra eles sempre que consigo do fundo do meu coração e da minha alma, não digo da boca pra fora, digo quando está explodindo na boca com toda a verdade. Não preciso que seja 24, 25, 31 ou 01. Preciso que seja sincero. E eu digo porque me faz bem, eu perdoo porque me faz bem, elogio porque eu sinto e quero que você se sinta feliz, eu amo porque me conquistam, porque roubam esse sentimento pra eles em cada um dos seus gestos. Em parte da minha análise, deitada na cama com meu amor, logo depois dele me pedir como estava meu final de ano, emoldurada por lágrimas eu disse o quanto me sinto agradecida pela vida que levo, que meu desejo é ser menos ruim pra eles, e que entendo hoje que não posso mudar coisas que estão fora do meu alcance. Minha tristeza é a distância não estabelecida por mim de pessoas que amo mas que as vezes desconheço. Não existe vida perfeita, existe plenitude de sentimentos que me provocam satisfação e felicidade e isso graças a Deus, a mim e aos meus eu tenho de sobra! FELIZ 2015, I love u my peoples.